DA VIDA DA OBRA COREOGRÁFRICA

A Imprensa Nacional e a Companhia Nacional de Bailado/Opart – EPE lançam, em parceria, um novo livro no dia 28 de junho 2018 às 19h00, Da Vida da Obra Coreográfica da autoria de Maria José Fazenda.
O lançamento terá lugar na biblioteca da Imprensa Nacional com apresentação de Rui Vieira Nery.

Uma obra coreográfica é um universo de representações pelas quais os agentes envolvidos refletem deliberada e criativamente sobre as suas experiências. Indissociável do contexto político, artístico e sociocultural que a anima, a obra persiste pela ação dos coreógrafos que a transmitem ou retrabalham e dos bailarinos que a materializam no seio de uma estrutura concreta, uma companhia de dança.

Em Da Vida da Obra Coreográfica consideram-se as circunstâncias em que uma obra é criada e os processos que asseguram que ela seja reapresentada em diferentes momentos e lugares, ressurgindo, reinterpretada, também na Companhia Nacional de Bailado, uma instituição portuguesa investida, simultaneamente, da responsabilidade de manter vivas obras do património da dança e de produzir novas criações.


Maria José Fazenda realizou o Curso de Dança do Conservatório Nacional, onde foi também professora de dança clássica.
É doutorada em Antropologia pelo ISCTE ¬– Instituto Universitário de Lisboa, mestre em Antropologia Social e Cultural e Sociologia da Cultura e licenciada em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Foi crítica de dança do jornal Público.
Atualmente é Professora coordenadora na Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa e investigadora integrada do CRIA ¬– Centro em Rede de Investigação em Antropologia.
Da Vida da Obra Coreográfica é a mais recente obra da autora que conta já com diversas publicações, entre as quais Dança Teatral: Ideias, Experiências, Ações, 2.ª edição revista e atualizada, pela Colibri, 2012 [Celta, 2007].

O Livro Da Vida da Obra Coreográfica poderá ser adquirido nas livrarias da Imprensa Nacional, no Teatro Camões e no Teatro Nacional de São Carlos.